Vou fazer 23 anos... sabe quanto tempo eu esperei essa idade?
Não porque eu acho essa idade interessante... mas sabe aquela idade que você sonha ver chegar, devido aos acontecimentos que vão ocorrer nessa fase da sua vida?
Desde 2008 eu espero esse ano... esperei pacientemente, aproveitei demais a vida durante esse tempo... ela mudou muito e pra melhor... =)
O sonho de trabalhar fazendo o que gosta, de ter sua independência financeira, de lutar pelo ideal de sua profissão, de ajudar sua família... tudo isso começa neste ano... 2013.
Entrei na universidade com 18 anos e em nenhum momento eu me desviei do caminho rumo ao diploma.
Afinal: O que significa um diploma de Fisioterapeuta?
Qual o peso da responsabilidade pela vida de um indivíduo que está sob seus cuidados?
Qual o verdadeiro valor de todos os conhecimentos adquiridos em 5 anos colocados à palma de suas mãos?
Qual será a sensação de receber um salário honesto, poder contribuir em sua casa e começar a formar uma família?
De onde vem a certeza de que o sucesso virá antes do que se pensa, mesmo quando tudo leva a crer que será difícil ou mesmo impossível adiantá-lo?
Tudo isso depende deste ano... 2013.
Desejo que seja um ano de muito amor, paz, saúde e prosperidade... porque importante com certeza ele será... Ele já é!
Vlwwwwww
Backup Conversado...
um Blog de nada com nada...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
terça-feira, 24 de julho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
=)
Coldplay - Gravity
Baby
It's been a long time coming
Such a long long time
And I can't stop running
Such a long long time
Can you hear my heart beating
Can you hear that sound
Cuz I can't help thinking
And I won't stop now
And then I looked up at the sun
And I could see
Oh the way that gravity pulls
On you and me
And then I looked up at the sky
And saw the sun
And the way that gravity pushes
On everyone
On everyone
Baby
When your wheels stop turning
And you feel let down
And it seems like troubles
Hae come on around
I can hear your heart beating
I can hear that sound
but I can't help thinking
And I won't look now
And then I looked up at the sun
And I could see
Oh, the way that gravity pulls
On you and me
And then I looked up at the sky
And saw the sun
And the way that gravity pushes
On everyone
On everyone
On everyone
sábado, 28 de maio de 2011
27 de maio de 2001!
TRIBUTO AO PET
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
“E o técnico Zagallo olha para o relógio: 43 minutos… coça a cabeça…”
Talvez Luiz Penido não soubesse que, ao assinalar o momento exato da cobrança, oficiava menos como radialista e mais como historiador. Washington Rodrigues, ao seu lado, intuía, ele sim, que estava prestes a presenciar um feito histórico da magnitude dos descobrimentos, da primeira explosão atômica, da ascensão do Cristo ou do gol mil de Pelé. Acusa a presença do sobrenatural, ali personificado no padroeiro São Judas Tadeu, que segundo ele “acaba de chegar”.
E a voz de Luiz Penido será, pelos séculos dos séculos, a moldura do mais belo quadro jamais pintado por um cobrador de faltas. Lá se vão dez anos, e todo rubro-negro que se preze ouviu a narração quinze, vinte, duzentas vezes. Muitos a decoraram como quem decora o hino nacional, o creio-em-Deus-padre. Gerações futuras de rubro-negros crescerão na segurança de que a voz do Penido, eternizada, lhes dará sempre a noção exata do que sentiram seus pais, avós, bisavós naquela tarde carioca de 27 de maio de 2001.
Em 27 de maio de 2001, ali pelas cinco da tarde, o pé direito de Dejan Petkovic nos fez tocar o céu com as mãos. Não foi apenas o gol que nos deu um tricampeonato: foi o gol que — caso único na história do futebol — enterrou para sempre uma rivalidade secular. Percebam: até Fabiano Eller derrubar Edílson, na intermediária defensiva do Vasco, a torcida inimiga canta com a empáfia de quem olha o adversário de igual para igual. Três anos antes desfilaram troféus em frente à Gávea. Quatro meses antes arrotavam, desonestos que só eles, uma falsa igualdade em número de títulos brasileiros. Segundos antes, cantavam a certeza de que, desta vez, e para sempre, vice é o caralho.
Mas, às cinco da tarde, quis o destino que coubesse ao mais improvável dos artífices enterrar para sempre aquela soberba: um rapaz nascido a dez mil quilômetros dali, e ali desterrado depois que a guerra, as sanções e um banqueiro judeu o convenceram a ganhar o pão, com seu talento, a meio mundo de casa.
Desde que os nossos remadores sentaram a pá na cabeça dos vascaínos que acudiram às Laranjeiras, e dentro de campo Candiota, Nonô e Junqueira fizeram do Flamengo o único time a bater aquele Vasco das camisas pretas, por 73 anos essa gente viveu com uma única obsessão: suplantar o Flamengo.
Em 27 de maio de 2001, com os 2 x 1 no placar, e tendo conquistado dois Brasileiros e uma Libertadores num espaço de cinco anos, tinham certeza de que esse dia estava próximo. Aos 43 do segundo tempo ruiu tudo, e aquele Vasco multicampeão seria lembrado, apenas e tão-somente, como o tri-vice-campeão, o esquadrão talentoso que tremeu toda e cada vez que decidiu contra o Flamengo. E, desde então, todo vascaíno desvia o olhar quando cruza com um rubro-negro.
Isso foi obra de Dejan Petkovic.
Deus te abençoe, Gringo.
Pablo Duarte Cardoso, extraído do Urublog
Como esquecer de 27 de maio de 2001? Um domingo ensolarado, animado por mais uma final de campeonato carioca... perder por 2 a 1 no dia 20/05 foi tenso, mas ainda haveria outra partida...
E precisaríamos de 2 gols de diferença... já que o Vasco tinha melhor campanha... O jogo em si foi morno, o Fla abriu o placar e depois o Vasco empatou... e terminou assim o primeiro tempo...
O segundo tempo começou c/ uma bela jogada de Petkovic e o gol de cabeça do baixinho Edilson... 2 a 1 dava ao título ao vasco... e a agonia se arrastou até os 43 min do segundo tempo...
E quando a bola encontrou o fim de sua trajetória dentro do gol de Elton, foi a maior explosão de alegria que o futebol me proporcionou na vida!
Eu, meu falecido e querido tio e demais saímos pelo jardim chorando e gritando... todos àquela altura ja sabiam que se tratava de um momento histórico... Toda a vizinhança acompanhou a festa de uma casa só, de 3 pessoas, que assistiram o fim da partida chorando, emocionados e ainda incrédulos...
Na nossa vida há momentos inesquecíveis devido à alta carga de emoção que eles nos proporcionam... e depois de 10 anos, tudo o que eu posso é agradecer!
Muito obrigado FLAMENGO! Obrigado Dejan Petkovic! Muito obrigado tio Maurício! [e que Deus o tenha em um bom lugar, que você merece muito...] É de vocês que eu jamais esquecerei!
Eu tinha só 11 anos, mas lembro de cada detalhe como se fosse ontem...
e ainda tenho a mesma sensação daquele momento quando lembro ou revejo aquele gol!
vlw vlwwwww
FUI!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Blog egocêntrico - Conversa minha comigo mesmo!
Você é uma pessoa que gosta de tudo que a profissão que você escolheu tem para oferecer?
Seria errado ter um caminho único escolhido pra seguir... e assim ir perdendo o interesse pelos outros setores de trabalho? Olha que minha futura profissão oferece uma gama gigantesca de áreas de atuação...
O que fazer nessas situações... as vezes me sinto como um cavalo usando aquele tapa-visão (é assim que se chama isso?!)... Gosto muito de uma área, mas tenho medo de ir perdendo o interesse nas outras áreas...
Eu busquei a prevenção de doenças, a acessibilidade, o âmbito ergonômico e o ambiente empresarial da Fisioterapia... mas também gostaria de ajudar na recuperação... a reabilitar pessoas... vou precisar de quantas especializações pra poder fazer tudo isso? hehehe...
Quando eu me decidi pela Fisioterapia (tinha meus 15 anos... hoje ja estou com meus 21... =D ) me imaginava reabilitando pessoas, cuidando de quem precisa sem pensar em grana e fama... Continuo querendo reabilitar sem pensar em rios de dinheiro e fama (o que é diferente de querer viver com a dignidade de sua profissão e seu necessário reconhecimento... isso lógico que eu quero!) mas agora também quero criar melhores condições de trabalho, analisar e corrigir problemas, prevenir doenças e melhorar a acessibilidade de todos os ambientes...
O futuro de nossa carreira é muito difícil de visualizar... mas basta projetar com pés no chão, força de vontade e confiança que tudo se encaixará... resignação e paciência também são muito importantes... Tudo virá no seu tempo certo.
Fiz um monte de perguntas e tagarelei...
Quem tem essas respostas? Eu! Por isso eu não as encontro... mas na hora certa tudo estará claro...
vlw vlwwwwwwwww
FUI!
Seria errado ter um caminho único escolhido pra seguir... e assim ir perdendo o interesse pelos outros setores de trabalho? Olha que minha futura profissão oferece uma gama gigantesca de áreas de atuação...
O que fazer nessas situações... as vezes me sinto como um cavalo usando aquele tapa-visão (é assim que se chama isso?!)... Gosto muito de uma área, mas tenho medo de ir perdendo o interesse nas outras áreas...
Eu busquei a prevenção de doenças, a acessibilidade, o âmbito ergonômico e o ambiente empresarial da Fisioterapia... mas também gostaria de ajudar na recuperação... a reabilitar pessoas... vou precisar de quantas especializações pra poder fazer tudo isso? hehehe...
Quando eu me decidi pela Fisioterapia (tinha meus 15 anos... hoje ja estou com meus 21... =D ) me imaginava reabilitando pessoas, cuidando de quem precisa sem pensar em grana e fama... Continuo querendo reabilitar sem pensar em rios de dinheiro e fama (o que é diferente de querer viver com a dignidade de sua profissão e seu necessário reconhecimento... isso lógico que eu quero!) mas agora também quero criar melhores condições de trabalho, analisar e corrigir problemas, prevenir doenças e melhorar a acessibilidade de todos os ambientes...
O futuro de nossa carreira é muito difícil de visualizar... mas basta projetar com pés no chão, força de vontade e confiança que tudo se encaixará... resignação e paciência também são muito importantes... Tudo virá no seu tempo certo.
Fiz um monte de perguntas e tagarelei...
Quem tem essas respostas? Eu! Por isso eu não as encontro... mas na hora certa tudo estará claro...
vlw vlwwwwwwwww
FUI!
quinta-feira, 3 de março de 2011
Histórinhas...
Tanta coisa aconteceu nesses últimos tempos na vida, na família... a gente acaba até desenterrando historinhas... essa tem tempo... hahaaa!
Situações típicas que acontecem na vida de todo mundo... e na minha tbm!
Vamo la!
Situação: Você dá sua opinião sincera sobre um assunto... como deve ser sempre em qualquer situação...
As pessoas recriminam você! Oras, pra que ser tão verdadeiro assim?
A resposta é: melhor assim do que ser político [e falso] pra agradar a todos...
Não entendo como você é taxado de vilão por falar a verdade... você é verdadeiro, faz tudo do jeito certo e ainda sim tem culpa no cartório? Como assim?!
Quantas vezes mais você aceitará o papel de vilão quando na verdade nada fez para tal?
Eu não teria tanta paciência... Não aceitaria um papel que não é meu.
A paz está aí te esperando também... se você quiser a guerra, pelo menos tente me deixar em paz... Não atribua a mim a culpa pelos seus atos quando eu nada fiz para ter essa culpa...
Eu sou muito compreensivo, até aceito a novela que fazem, mas não aceito o papel de vilão que me dão!
Porque eu gosto de competição... vou acabar guerreando também! E aí já viu neh...
P.S. Bem... como tava sem idéia, resolvi colocar esse texto [que deve ter uns 4 anos...kkkkk] feito na época por conta de um acontecimento que mudou a minha família para sempre... é meio dramático, mas a idéia é a mesma até hoje... ficou legalzim! =P
FUI!
Situações típicas que acontecem na vida de todo mundo... e na minha tbm!
Vamo la!
Situação: Você dá sua opinião sincera sobre um assunto... como deve ser sempre em qualquer situação...
As pessoas recriminam você! Oras, pra que ser tão verdadeiro assim?
A resposta é: melhor assim do que ser político [e falso] pra agradar a todos...
Não entendo como você é taxado de vilão por falar a verdade... você é verdadeiro, faz tudo do jeito certo e ainda sim tem culpa no cartório? Como assim?!
Quantas vezes mais você aceitará o papel de vilão quando na verdade nada fez para tal?
Eu não teria tanta paciência... Não aceitaria um papel que não é meu.
A paz está aí te esperando também... se você quiser a guerra, pelo menos tente me deixar em paz... Não atribua a mim a culpa pelos seus atos quando eu nada fiz para ter essa culpa...
Eu sou muito compreensivo, até aceito a novela que fazem, mas não aceito o papel de vilão que me dão!
Porque eu gosto de competição... vou acabar guerreando também! E aí já viu neh...
P.S. Bem... como tava sem idéia, resolvi colocar esse texto [que deve ter uns 4 anos...kkkkk] feito na época por conta de um acontecimento que mudou a minha família para sempre... é meio dramático, mas a idéia é a mesma até hoje... ficou legalzim! =P
FUI!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
JF
Acordo e escuto o barulho distante de carros, ônibus e caminhões na avenida...
Saio nas ruas e vejo grandes prédios, ruas movimentadas de veículos e pessoas... atravesso o rio que corta da cidade... A cidade que só para de noite... sim, ela ainda para pela noite...
Juiz de Fora tem o ar de cidade do interior... está no jeito de ser das pessoas...
é uma grande cidade.... mas longe de ser uma metrópole... o que de certa forma dá conforto e um pouco mais de segurança...
Das cidades brasileiras já foi a mais industrial (veja o hino...), onde a energia elétrica chegou primeiro na América Latina... Seria naturalmente a futura capital de Minas Gerais mas, para nossa imensa felicidade, não foi...
Continua a crescer em um forte ritmo... e parece sempre ter o mesmo tamanho, graças à concentração de tudo em torno do centro da cidade... o bairro mais distante da cidade está a pouco mais de quarenta minutos do centro... Oras, no Rio de Janeiro demoramos uma hora e meia no mínimo pra chegar em casa?!
Eu não sei dizer porque amo tanto essa terra... Mas tenho certeza de que não vim parar aqui por acaso.... aliás, o que é o acaso?
Um dia fatalmente terei que deixar minha cidade... Vai ser muito difícil essa separação. Seria como se deixasse uma parte de mim aqui... Tanta coisa, tanta história... Mas sei que, seja onde for, vou feliz ao lado de quem eu amo.
Hino de Juiz de Fora
aeaeae...
FUI!
Saio nas ruas e vejo grandes prédios, ruas movimentadas de veículos e pessoas... atravesso o rio que corta da cidade... A cidade que só para de noite... sim, ela ainda para pela noite...
Juiz de Fora tem o ar de cidade do interior... está no jeito de ser das pessoas...
é uma grande cidade.... mas longe de ser uma metrópole... o que de certa forma dá conforto e um pouco mais de segurança...
Das cidades brasileiras já foi a mais industrial (veja o hino...), onde a energia elétrica chegou primeiro na América Latina... Seria naturalmente a futura capital de Minas Gerais mas, para nossa imensa felicidade, não foi...
Continua a crescer em um forte ritmo... e parece sempre ter o mesmo tamanho, graças à concentração de tudo em torno do centro da cidade... o bairro mais distante da cidade está a pouco mais de quarenta minutos do centro... Oras, no Rio de Janeiro demoramos uma hora e meia no mínimo pra chegar em casa?!
Eu não sei dizer porque amo tanto essa terra... Mas tenho certeza de que não vim parar aqui por acaso.... aliás, o que é o acaso?
Um dia fatalmente terei que deixar minha cidade... Vai ser muito difícil essa separação. Seria como se deixasse uma parte de mim aqui... Tanta coisa, tanta história... Mas sei que, seja onde for, vou feliz ao lado de quem eu amo.
Hino de Juiz de Fora
Viva a princesa de Minas
Viva bela Juiz de Fora
Que caminha na vanguarda
Do progresso estrada afora!
Os seus filhos operosos
Asseguram-lhe o porvir,
Para vê-la grandiosa
Nunca têm mãos a medir...
Das cidades brasileiras
Sendo a mais industrial,
Na cultura e no trabalho
Não receia outra rival.
Demos palmas, demos flores
Aos encantos da Princesa!
Ela é rica de primores
Da poesia e da beleza.
É a cidade aclamada,
Do trabalho e da instrução,
É do Cristo abençoada
Sob o sol da religião.
Das cidades brasileiras
Sendo a mais industrial,
Na cultura e no trabalho
Não receia outra rival...
Viva bela Juiz de Fora
Que caminha na vanguarda
Do progresso estrada afora!
Os seus filhos operosos
Asseguram-lhe o porvir,
Para vê-la grandiosa
Nunca têm mãos a medir...
Das cidades brasileiras
Sendo a mais industrial,
Na cultura e no trabalho
Não receia outra rival.
Demos palmas, demos flores
Aos encantos da Princesa!
Ela é rica de primores
Da poesia e da beleza.
É a cidade aclamada,
Do trabalho e da instrução,
É do Cristo abençoada
Sob o sol da religião.
Das cidades brasileiras
Sendo a mais industrial,
Na cultura e no trabalho
Não receia outra rival...
aeaeae...
FUI!
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